Sentia o vento na cara e o meu cabelo não conseguia parar de se movimentar, as minhas pernas já não estavam com pele de galinha apesar da temperatura. Apreciei a paisagem com ele do meu lado, o meu fiel e dedicado Eric. A noite estava tão boa e a companhia melhor ainda, celebrou comigo mais um ano da minha existência. Decidimos ir então para o restaurante mas, de repente ele diz-me para esperar ali, que já voltava. Ali fiquei eu, a olhar para o mar que batia contra as rochas, a pensar o que será que ele tinha ido fazer, ainda me pedia em casamento e eu nem preparada estava. Sabia que isso não iria acontecer, mas se estivesse na hora desse passo, aquele local e o momento teriam sido perfeitos. Assim que ele apareceu mandou-me fechar os olhos, o quanto me custou para aguentar com eles fechados. Depois, surpreendeu-me com os miminhos que tinha para mim, Só aquele momento tornou o meu aniversário maravilhoso. Tê-lo comigo é a melhor coisa do mundo!
domingo, 29 de março de 2015
domingo, 22 de março de 2015
apetece-lhes
Eu não costumo ser daquelas pessoas que diz que a polícia é isto e aquilo, mas recentemente aconteceu uma coisa que me deixou realmente muito chateada com a situação. Eu e o Eric estávamos no carro, ele tinha ido pôr gasolina. Depois entrou para o carro, assim que entra, a polícia estacionou à nossa frente, mesmo virados para nós. E, quando nós fomos embora, eles decidiram vir atrás de nós. Tinham acabado de estacionar e vieram atrás de nós só porque sim. Eu penso realmente que vieram atrás apenas por ser o Eric, visto que ele é mulato e já não é a primeira vez que vão atrás dele só porque lhes apetece. Mandaram-nos parar. Pediram para abrir o porta-bagagens sabe-se lá porquê e perguntaram se estávamos em viagem. E, claro, tentaram arranjar alguma coisa para implicar. Fiquei chateada porque tudo aquilo me pareceu uma cena apenas para chatear os outros e por sermos apenas "miúdos".
sábado, 21 de março de 2015
"Onde estás?" de Bernardine Kennedy
Este é daqueles livros que tinha o pressentimento que iria gostar, talvez por gostar imenso de histórias que envolvam crianças, apesar de ser mais centrado na história de Jess. Jess é a mãe que ficou sem o seu filho de um dia para o outro e que descobriu que estava casada com um homem que não era quem ela realmente pensava. Ele deixou-a sem nada, mas ela não desistiu, queria recuperar o seu filho. É uma luta incansável, à procura do marido que levou o filho supostamente apenas para passar uns dias... e nunca mais voltou. No decorrer desta batalha, Jess conhece imensa gente que a ajuda e apoia ao máximo. Para saberem mais, vão ter mesmo de ler! Vale a pena.
terça-feira, 10 de março de 2015
dor que não passa
Ultimamente a minha cabeça tem andado uma confusão, assim como a minha vida, ou então sou eu que, para variar, gosto de complicar. Ainda não vos contei a GRANDE novidade: aqui a Hanna passou no exame de condução! Agora é só mesmo habituar-me a conduzir um carro velho, vou sentir imensas saudades do Alfa Romeo da minha escola de condução.
Sabem o que me entristece? Saber que o meu pai não está aqui para ver as coisas que estou a atingir. Não está aqui para ver a evolução que tive desde que ele partiu e essa dor não sai do meu peito por nada neste mundo! Fiz o meu estágio curricular, fui a melhor da turma, terminei o curso do 12ºano e arranjei logo trabalho, agora tirei a carta e ele não está aqui. Não está aqui para ver, porque agora já não importa se ele não dizia nada, se não dizia "parabéns", só queria que estivesse aqui.
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