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terça-feira, 10 de junho de 2014

ano de azar


                Ultimamente raramente venho aqui, o tempo está contado e destinado a ser para trabalhar, trabalhar e trabalhar. Só me tenho dedicado a coisas relacionadas com o meu estágio. Por um lado é bom, ocupa-me a cabeça. Por outro lado, estou a despenhar-me novamente. Não aguento ter de ser forte o tempo todo com tudo o que me tem acontecido ultimamente, tanto azar que está ao meu redor. Tanta gente também e sinto que não existe ninguém, porque posso falar com este e com aquele, mas conversar…

                Está tudo difícil, aguentar as perdas, aguentar as idas de quem não pretende voltar ou se ausenta. Ninguém se importa?

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

aconchega-me o coração


                Procuro o aconchego da minha cama quando a solidão bate à porta. Enquanto as mantas me aquecem e a almofada me adormece, não fico a pensar no assunto e a perceber que estou realmente sozinha. Talvez precise de chorar alguns rios para aliviar o que vai cá dentro, talvez tudo isto seja da minha cabeça mas o meu coração não deixa de sentir este vazio e falta de descanso.