Não sei bem o que se passa comigo, estas férias tenho me sentido um pouco estranha. É raro sentir alegria no meu dia-a-dia, não tenho prazer a fazer quase nada que antes me dava muito gozo. Apetece-me fazer coisas novas e conhecer pessoas novas, mas nada aparece, nada acontece. Sinto-me muito sozinha, isso ainda faz com que tenha menos vontade de fazer o que quer que seja. Estou tão cansada de me sentir assim, só queria ter aproveitado as férias para me divertir muito, esquecer imensas coisas, mas nada disso foi possível.
Mostrar mensagens com a etiqueta triste. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta triste. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
terça-feira, 10 de junho de 2014
ano de azar
Ultimamente raramente venho aqui, o tempo está contado e destinado a ser para trabalhar,
trabalhar e trabalhar. Só me tenho dedicado a coisas relacionadas com o meu
estágio. Por um lado é bom, ocupa-me a cabeça. Por outro lado, estou a
despenhar-me novamente. Não aguento ter de ser forte o tempo todo com tudo o
que me tem acontecido ultimamente, tanto azar que está ao meu redor. Tanta gente
também e sinto que não existe ninguém, porque posso falar com este e com
aquele, mas conversar…
Está
tudo difícil, aguentar as perdas, aguentar as idas de quem não pretende voltar
ou se ausenta. Ninguém se importa?
sábado, 31 de maio de 2014
Volta - Diogo Piçarra
Já passaram quase 5 meses, mas ainda está tão presente...
domingo, 23 de março de 2014
Preciso de ti.
Sinto-me
a precisar cada vez mais de ti, o meu corpo está cada vez mais fraco e os
pensamentos horrendos. Não tenho ninguém que me dê o colo que eu preciso, mesmo
que tentem, nunca é suficiente. Sinto-me uma pedra no sapato de algumas pessoas.
Preciso de ti. Preciso de ti e daqueles ataques de mimos que só tu sabes dar.
Não
sei o que fazer ou dizer, o chão que eu piso está cheio de buracos. As palavras
que me dirigem são dolorosas, ferem-me e eu não consigo ouvi-las mais, estou
cansada. O meu corpo está cansado, os meus olhos doem ao acordar. Preciso de
ti. Parece que ninguém me compreende, mas a verdade é que ninguém conhece a
minha dor como eu. Os outros não querem saber se algo está errado, atacam-te na
mesma e não aguentam com o contra-ataque. E eu estou cansada de contra atacar,
estou cansada de me defender, para quê? Quem tem razão? Não importa, estou
cansada. Mais vale calar a boca e fingir que está tudo bem.
Preciso
do teu abraço, do teu colo, da tua proteção. Preciso de ti, que me secas as
lágrimas e me amas até quando não mereço. Preciso tanto.
segunda-feira, 3 de março de 2014
o desejo que não se cumpriu
Não
consigo retirar aquela imagem da minha cabeça, os olhos começaram a encher-se
de lágrimas. “Hanna, o pai não está bem, o
teu irmão vai levar-me ao hospital”… E como a sua voz parecia fraca devido
às lágrimas, apesar de ainda faltar um pouco para o seu fim. O fim dele, o meu
fim também. Como dói cá dentro, o coração aperta e as lágrimas teimam em
aparecer. Quase todos os sítios me lembram dele, sinto a sua falta aqui em
casa, embora passássemos a maior parte do tempo a discutir. Agora, dava tudo
para poder tê-lo aqui, mesmo que fosse para discutir, as coisas estavam a
recompor-se com o tempo.
O desejo que eu pedi
na passagem de ano não se cumpriu, e pedi-o com lágrimas a escorrerem pelo meu rosto.
sábado, 4 de janeiro de 2014
triste realidade
Ouves
uma voz trémula, as lágrimas ofuscam-lhe os olhos e estremecem-lhe a voz. A tua
própria visão começa a ficar desfocada, queres ajudar e não consegues. Queres
ter as palavras certas para lhe dizer e não as tens. Ouves o que ela diz ao
telefone, menina feia que tu és, não se deve escutar as conversas dos outros.
Mas não evitas, não queres evitar. Queres saber o que ela sente, queres poder
secar-lhe as lágrimas. A chamada termina, vais abraça-la e dar-lhe um beijo na
testa. Dizes-lhe para ter calma mas de que vale? Não é o que ela precisa ouvir,
talvez nem precise de ouvir nada.
Enches
os teus ouvidos de boa música, queres estourar os tímpanos e gritar o mais alto
que puderes. O mundo cai-te em cima, as pessoas não compreendem o porquê de
seres a sensivelzinha lá da turma. Só
não percebem porque não sentem, porque nem sempre as lágrimas te escorreram
facilmente pelo rosto. Queres seca-las, tranca-las dentro de ti, não queres que
elas caiam em frente daqueles incompreensíveis, mas não consegues. Elas
escorrem, os teus olhos incham e os teus lábios ficam húmidos. Passas a mão rapidamente
pela cara com intenções de fazer toda aquela humidade desaparecer, mas
tentativas falhadas.
Pedes
desejos de ano novo, como se as estrelas te pudessem ajudar. Não tens muita
esperança porque nunca foste uma sortuda. Pedes com o teu coração e desejas que
se realizem. Tens medo do futuro e chegas a odiar-te a ti própria. Sentes-te
incapaz, não vês a motivação do teu lado. As tuas pernas fraquejam e o teu
corpo dói. A tua cabeça explode e não tens paciência suficiente para ninguém.
Queres a atenção que não dás, queres os mimos que já deste a alguém que não te
retribuiu. Queres uma amizade que dure mas o medo de perdê-la estará sempre
presente.
No
final do dia fechas os olhos e, quando os abres, querias que tudo aquilo não
passasse de um pesadelo que durou a noite inteira, mas não, é tudo bem real.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
que tudo melhore
Infelizmente as coisas não estão nada bem, na minha turma instalou-se um conflito que acabou por afectar todos, choros já percorreram os rostos de várias pessoas e os nervos possuem-nos. Em casa podia estar tudo muito melhor, o meu pai continua no hospital internado quase há duas semanas. O seu estado piorou e eu tenho medo de perdê-lo, podemos não ter a melhor relação do mundo mas ele não deixa de ser meu pai.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
coração apertado
A minha coordenadora de curso vai-se embora, isto hoje foi uma choradeira imensa! Eu estou no 12º ano, este será o último ano e ela não nos acompanhará no resto que falta. Marcou o nosso percurso, ajudou-nos a tornar pessoas melhores e para além de profissional é uma amiga. Sentiremos a falta dela, a despedida é esta sexta, fiquei com o coração tão apertadinho. Eu compreendo a situação dela e notou-se que foi muito difícil para ela "deixar-nos". Vamos dar-lhe um livro de turma para que ela nos possa recordar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






