Sabem o T.? Tenho conversado com ele depois deste dia. Não todos os dias, só quando calha. Conversamos sobre a universidade, a carta de condução, filmes, músicas, o dia-a-dia... o mais estranho para mim foi ele ter dito que estava apaixonado, o T. que eu conheci nunca diria uma coisa dessas a uma ex-namorada. Também conversámos sobre os nossos sentimentos, coisas de antigamente, que se passaram e nenhum de nós disse uma palavra. Sinto que ele mudou enquanto pessoa e isso é bom, porque parece-me uma mudança positiva. Ele disse que fiz bem em seguir a minha vida e que se fosse hoje não me tinha dito todas aquelas coisas más que me disse quando acabámos. Deixou de me amar mas marquei a vida dele, assim como ele marcou a minha...
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terça-feira, 18 de novembro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
Eric, Eric, Eric!
A minha relação com o Eric não foi a primeira que tive, como muitos sabem. Só que esta relação é muito mais verdadeira. Não estou a dizer que na anterior não existiu sentimento porque existiu e não foi pouco! Só que a simplicidade que eu e o Eric temos, a paciência que ele tem e a forma como me aceita torna tudo muito melhor. Esta relação é cheia de "coisinhas" que apesar de não parecerem nada, para nós são tudo! Eu pensei imensas vezes que não o conseguiria amar como amei o T., que nunca seria tanto, mas enganei-me. Amo mais ainda, pelo que ele é, pelo que nós somos e ainda seremos.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
o famoso T.
Antes o T. era o assunto principal na maior parte dos meus posts, quem se lembra dele? O meu primeiro amor, o que eu considerava o tal, que me entreguei de corpo e alma... no final, fiquei destroçada. Quem se lembra? Ele dizia que não gostava de falar com ex-namoradas, por isso, eu apercebi-me que quando acabámos ele foi-se afastando, falando menos e de forma muito seca, até que deixámos mesmo de falar.
MAS...
Ontem aconteceu algo que eu nunca pensei que pudesse acontecer, ele meteu conversa comigo! Admito que o meu coração ia saindo pela boca e o meu primeiro pensamento foi "não acredito", de seguida "só pode querer alguma coisa". Bem, o que ele me disse para começar foi:
"Olá Hanna, está tudo bem? Já à tanto tempo que não falamos"
domingo, 23 de fevereiro de 2014
"se eu te perder, perco-me também"
Nunca
pensei que fosse verdade quando as pessoas diziam “se eu te perder, perco-me
também”. E agora dou por mim aqui a pensar no passado, quando perdi uma pessoa
que julgo ter sido o meu primeiro amor. Essa história de me perder a mim
própria só por perder alguém que amava parecia-me treta, mas esse “só” não é
apenas um “só”. É mais que isso, realmente é possível sentirmo-nos perdidos,
sem saber quem somos. Ainda hoje, já quase passado um ano de termos terminado
eu lembro-me dele e vejo o quanto mudei. Às vezes parece que ainda me sinto
perdida, mas pelo menos já não estou naquela confusão de não saber como agir com
as pessoas.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
o seu cheiro
Há
tanto tempo que não sentia a essência daquele perfume. Assim que o senti percebi
que era ele que eu tinha bem do meu lado e nem o tinha visto. Tinha-o do meu
lado apenas fisicamente, mero acaso do dia-a-dia. O meu coração parou e as
minhas pernas diminuíram a velocidade a que iam. Esta reação não devia
acontecer, ou talvez seja normal. No fundo eu sei que ele será sempre ele, terá
sempre aquele impacto em mim. Vê-lo traz tudo de volta. Vê-lo faz-me relembrar
e há certas coisas que não devem ser relembradas. Pelo menos não agora. Eu sei
que grande parte de mim sente uma pequena vergonha das mudanças na minha vida. Talvez
ele duvide que eu o realmente tenha amado, mas amei. Se não tivesse amado, o meu
corpo e o meu coração não agiriam desta forma. No final de tudo, ele sim fez-me
duvidar do que sentiu, mas agora não importa. A nossa história de amor teve um
fim mas o livro ainda não acabou, visto que ainda muitas coisas são escritas por
mim, no meu pensamento.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
encontrei o T.
Pensava
eu que os meus olhos estariam preparados para o ver e que o meu coração
aguentaria tê-lo tão perto novamente. Enganei-me. As lágrimas foram inevitáveis.
Não o amo, mas o T. será sempre o T.
domingo, 8 de setembro de 2013
decidi arriscar
Anteontem decidi meter conversa com o T. Já há algum tempo que andava com vontade, não me
perguntem porquê, só sei que queria arriscar e falar com ele. Falei, fiquei
surpreendida quando me respondeu, não estava nada há espera. A conversa não foi
tipo “WOW”, mas também não precisava
que fosse. Só queria falar com ele, como duas pessoas normais, sem discussões. Somos
ex-namorados e isso não quer dizer que tenhamos de ser inimigos.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
não te vou esquecer nunca
As
palavras podem estar gastas, o sentimento pode ter diminuído mas o coração
jamais deixará esquecer-te. Nem eu queria. Talvez já não seja amor, talvez seja
apenas saudade. Uma saudade que se apodera de mim imensas vezes e que quando
menos espero já me perdi em lembranças inúteis. Aposto que não tens saudades do
que éramos, do que tivemos, aposto que não tens saudades minhas e de tudo o que
te tentei dar.
« A verdade é essa: As pessoas vão embora, os bons momentos vão
ter um fim. Mas as lembranças vão continuar, só para nos torturar mais um
pouco. »
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
isto lembra-me dele
Já gastámos as
palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas
algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos
tanto para dar um ao outro;
era como se todas as
coisas fossem minhas:
quanto mais te dava
mais tinha para te dar.
(...)
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
até em sonhos
Até nos meus sonhos me ignoras e me respondes mal.
Na realidade tenho a certeza que levaria com as tuas respostas secas, mais vale ficar em silêncio.
« We were lovers, now we can't be friends. »
sexta-feira, 26 de julho de 2013
pequeno desabafo
Sabem,
eu ainda penso nele (T.), mas acho que já estou habituada à sua ausência. Acho
que se tentasse voltar a tê-lo na minha vida de alguma forma iria fazer-me mal.
Ele foi-se embora mas apareceram pessoas novas na minha vida. Parece que tudo
isto estava destinado, a vida surpreende-nos tanto. E eu não sei ao certo o que
fazer com as coisas insignificantes e com as mais importantes também, só sei
que preciso tomar conta de mim. Preciso decidir-me acerca de algumas coisas
relacionadas com o futuro, mas estou a viver um dia de cada vez.
terça-feira, 23 de julho de 2013
outro pensamento
E
quando não há ninguém por perto, ninguém que me distraia, ninguém com quem eu
possa trocar mensagens, é de ti que eu me lembro. É de ti que eu me lembro mais
uma vez, outro pensamento entre milhões. E a saudade vem para apertar mais um
pouco o coração, vem para me sugar todas as lágrimas. Parece que a solidão
começa a apoderar-se de mim e dói. Dói porque tu me deixaste como todos os
outros.
Já
não sei em quê nem em quem acreditar, vivo um dia de cada vez mas é impossível
não sentir esta solidão. Sabes o que falta? Faltas tu. Tu preenchias grande
parte de mim.
Será que te lembras
de mim?
Como serão esses pensamentos?
quinta-feira, 18 de julho de 2013
saudades tuas..
Juntamente
com o amor surgiu a saudade. Uma saudade nunca antes sentida por aquela pessoa,
um vazio descomunal. Um coração tão vazio, uma fome de amor, sede de beijos,
vontade de abraços, saudades dele. Saudades daquela voz que preenchia os meus
dias, saudades da gargalhada alta que soltava sempre que eu dizia uma
barbaridade. Já não é o abraço dele que me acalma o coração, já não é ele que
me seca as lágrimas. Mentiria se dissesse que não sinto a sua falta. Mentiria
se dissesse que já não o amo e que gostava que ele tivesse lutado por nós…
« Eu nem puxo mais
assunto, mesmo que o teu silêncio me magoe. Prefiro assim, não corro o risco de
ser ignorada. »
terça-feira, 16 de julho de 2013
e tudo o vento levou
Eu
sentia o vento a passear pelo meu corpo, sentia a leve brisa duma manhã de
verão. Queria o aconchego dum abraço apertado, precisava de sentir o calor
doutro coração. Nunca desejei mais ninguém para além dele, nunca quis outro
abraço senão o dele. Mas tudo o que tive foi o vazio, senti frio enquanto toda
a gente quase derretia com o calor.
A
multidão entrou na água salgada e deixou-se levar pelas ondas, enquanto eu… eu
escorreguei por entre os seus dedos como a areia fina da praia. E nada me
impediu, aliás, o vento soprou a favor e levou-me para mais longe. Mais longe do que já estava.
domingo, 14 de julho de 2013
tudo o que tenho
E
agora escrevo, escrevo como sempre escrevi. Escrevo porque escrever é tudo o
que tenho e tudo o que sempre tive. Carrego em cada tecla, formando todas as
frases certas que te deveria dizer. Surge tudo tão limpo no meu ecrã, mas por
dentro de cada palavra está uma tempestade. E apenas eu a sinto, apenas eu vejo
a obscuridade em todos os mais pequenos cantos de uma letra.
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