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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

o (pior) melhor amigo do mundo


          O Louis diz que sente a minha falta, pede desculpas imensas vezes dizendo que a culpa é dele mas que pedir desculpas já não vale de nada. Diz que tem medo de me perder e questiona-me se já me perdeu. Diz que já chorou por mim, que quer estar comigo, mas continua a falhar, a desaparecer, a não enfrentar um dos grandes motivos do nosso afastamento: a namorada da treta.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

pés feridos e palavras sufocadas

                Um simples “preciso de ti” não serve de nada, não muda nada. A dor corrói o coração, aquele tremelicar da perna persiste, isto por causa do medo. Medo de perder ou medo de perceber que nunca foi nosso. Não como deveria ter sido. Na vida existem tantos caminhos cruzados que se descruzam e eu não quero que este seja mais um, estou cansada de caminhar em estradas que me magoam os pés, caminhos em que tropeço nas pedras. Caio, esfolo os joelhos e as mãos, aquelas mãos que antes acariciavam o teu rosto e tocavam a tua pele com todo o cuidado ou brutalidade de embirração.

                Uma grande quantidade de palavras que me sufoca a garganta, que me prende a língua e me torna muda. Os lábios mexem mas não transmitem nada para além de caretas insignificantes. Inspiro indiferença e expiro incerteza. Tudo se infiltra, não para sempre. Acostumamo-nos ao amor, assim como nos acostumamos a viver com uma constante dor no nosso interior. Torna-se numa rotina, numa agonia que não nos larga. Quero gritar para que me oiças, mas para mim os teus ouvidos são surdos.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

perdes as certezas


Sabes quando simplesmente gostas tanto de alguém ao ponto de querê-la só para ti? Quando o teu corpo treme por todos os lados só por teres medo de perdê-la ou de saberes que "pertence" a alguém? Mesmo que não a possas ter, mesmo que não existisse esse "alguém", não podes. E dói.

Sentes os teus olhos cheios de lágrimas e tens ciúmes por coisas insignificantes mas que para ti são coisas terríveis, horríveis. Chegas a sentir ódio mas não sabes bem de quem ou do quê. Irritas-te, queres irritar quem te irrita.

                O pior de tudo, é não conseguires acreditar mais nas palavras que antes acreditavas. E tão bonitas que eram essas palavras. Tens receio de acreditar porque do dia para a noite tudo pode mudar, afinal, não seria a primeira vez. Não seria a primeira vez que o chão escorregava por entre os teus pés e as paredes caíam sobre ti. É então que pensas: cada um tem o que merece. Quantas vezes já errámos? Quantas vezes já escolhemos um caminho que a meio percebemos que não era aquele que queríamos. Ou talvez fosse. Perdes as certezas, assim como perdeste o juízo algures por aí.

                Queres gritar bem alto aos ouvidos daqueles que provocam toda esta dor no teu coração, mas sabes que não podes. Algo te impede, algo ou alguém.

                Sentes-te frustrada de uma forma que nunca sentiste. Queres descarregar, fechas as mãos e apertas com tanta força. Queres magoar ou magoar-te. Precisas de descarregar, precisas tanto que o teu corpo quase descarrega essa força contra si próprio.

domingo, 12 de janeiro de 2014

somos mais fortes


                O telemóvel vibrou, pensei que fosses tu mas a tua mensagem não chegou. Ela vai levar-te de mim, ela ou a vida, a tua promessa não vai ser cumprida. A rapariga odeia-me sem me conhecer, tudo isto porque eu tenho o que ela não pode ter. Teve e perdeu, agora quer-me tirar o que a vida me deu. Ela pode chorar rios, criar uma tempestade, mas isso não vai destruir a nossa cumplicidade.
(a nossa amizade vai durar, venha quem vier) 

sábado, 28 de dezembro de 2013

ciclo vicioso

                O coração aperta, a saudade sufoca. As palavras estão escassas enquanto o sentimento transborda. A cabeça já não pensa, o cérebro bloqueia, “sinto a tua falta” é o que se repete vezes sem conta. Preciso do seu aconchego, das suas palavras reconfortantes e do seu abraço que transmite segurança. E tudo se repete: “Sinto a tua falta”, o cérebro bloqueia, a saudade sufoca, as lágrimas transbordam pelo rosto macio e o coração aperta. É um ciclo vicioso até ele voltar, até as saudades morrerem e o meu corpo tomar a dose de abraços necessários.


(saudades do melhor amigo)

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

nada a fazer


                Que bom, o meu namorado com ciúmes do Louis e o Louis com ciúmes do meu namorado. Óbvio que me afecta, mas não posso fazer nada.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Louis em modo fofo


Louis: Nem sei como é que não és daquelas famosas do facebook.
Eu: Porque dizes isso? (comecei-me a rir)
Louis: És bue bonita, mais bonita do que algumas que são famosas!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

mudança de voz


                Descobri que muitas vezes em conversas costumo fazer a minha voz ficar muito fininha, faço isso principalmente quando fico muito entusiasmada e em outros momentos que ainda estou para perceber quais são. Como descobri isto? Então, o Louis faz questão de se rir de mim sempre que eu altero a minha voz para modo fininho. Nunca tinha reparado em tal coisa, até porque acho que não faço isto com toda a gente, mas já reparei que com ele e com o D. costumo fazer.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

sábado com o Louis

Filme - The Conjuring
            Este sábado eu e o Louis aproveitámos o dia para estarmos juntos e irmos ao cinema. Quando nos conhecemos e logo nas nossas primeiras conversas dissemos que quando estivesse um filme de terror no cinema o iríamos ver juntos. Fomos mas também andámos a passear. Admito que tinha saudades dele, da companhia dele e dos mimos que me dá. Para mim ele é como um melhor amigo e o que eu sinto por ele é algo inexplicável. É um amor diferente. É bom tê-lo comigo, é um grande e verdadeiro amigo.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

o sentimento cresceu..


             Lembram-se do Louis? Eu gosto imenso dele, acho que até o considero como um melhor amigo para mim apesar de agora estarmos um pouco afastados. Não vos contei mas o sentimento que ele sente por mim cresceu e isso devastou-me o coração. Sei que a minha relação com o D. magoa-o, mas também me magoa a mim ver que o Louis não está bem. E a minha vontade agora era dar-lhe um enorme abraço, desde que nos conhecemos que temos tanta cumplicidade. Não vou mudar a minha amizade com ele por causa do que as pessoas possam dizer/pensar por eu ter namorado.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Castelo de Vide / trabalho


(ambas as fotografias são da minha autoria)

                Ontem fui a outra excursão com os meus pais e o meu irmão, fomos a Castelo de Vide. O Louis também foi a esta excursão com os pais dele mas não estivemos muito juntos, infelizmente.
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                Vocês ainda não sabem, mas trabalhei dois dias numa pizzaria com o meu namorado. Foi muito bom trabalhar com ele, estava lá sempre disposto a ajudar-me e preocupado comigo porque sabe que eu tenho muito receio de fazer asneira.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

pequenos gestos


                Hoje fartei-me de andar a pé com o Louis, fomos passear. Ele fez-me uma surpresa quando cheguei perto dele, deu-me um saco de gomas porque sabe que adoro. Juntamente com as gomas deu-me uma rosa! Nunca ninguém me tinha oferecido uma flor, este rapaz surpreende-me cada vez mais. É um amigo daqueles que para além de fofo consegue fazer-me rir o tempo todo.

sábado, 10 de agosto de 2013

cicatriz


                Eu tenho uma cicatriz perto do olho, foi o meu cão que a fez quando eu era pequena e estávamos a brincar. Não me incomoda, nem se nota muito… pelo menos eu não noto. Mas aquele meu amigo, o Louis, é um amigo recente mas com quem eu criei uma boa amizade, ele reparou na minha cicatriz rapidamente. E desde esse dia que me costuma dar pelo menos um beijinho no local onde ela está, e eu acho tão querido da parte dele.

sábado, 3 de agosto de 2013

estrelas


                Ontem fui até à feira com o Louis (um amigo, decidi dar-lhe este nome), ainda não tinha lá posto os pés este ano… nem no ano passado. Depois de termos saído da feira fomos para uma espécie de jardim e, por volta desta hora, estávamos nós deitados no chão a ver as estrelas. Aquele momento soube-me tão bem, adoro olhar para o céu.