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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Entre as estrelas...


     O Diogo e estas músicas que mexem com o meu coração e fazem as lágrimas vencerem! E, hoje é dia 15, o dia em que ele se foi. 15 de Janeiro será sempre aquele dia, o início do ano nunca será uma completa alegria.

(...)

Tu foste demasiado cedo, nem uma pomba branca
Eu tou aqui com um nó de marinheiro na garganta

Disse a Deus pra te guardar mas foi tudo tão veloz
Uns dizem que morreste, eu digo que tu vives em nós
E por mais que se fale, os sacrifícios são teus

E quanto ao resto ninguém sabe


(...)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

o (pior) melhor amigo do mundo


          O Louis diz que sente a minha falta, pede desculpas imensas vezes dizendo que a culpa é dele mas que pedir desculpas já não vale de nada. Diz que tem medo de me perder e questiona-me se já me perdeu. Diz que já chorou por mim, que quer estar comigo, mas continua a falhar, a desaparecer, a não enfrentar um dos grandes motivos do nosso afastamento: a namorada da treta.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

"quando é que voltas?"


         Hoje fiquei com um enorme aperto no coração quando encontrei um dos meninos que faz parte do ATL onde eu estive a estagiar anteriormente. Ele está agora no 4ºano e quando o vi na rua disse-me "olá" todo contente!


Hanna: Olá! Estás bom? Vem cá dar-me dois beijinhos!
Menino: Sim! Quando é que voltas para o ATL?


         Custou-me dizer-lhe que não posso voltar, mas que posso tentar ir lá dar-lhes beijinhos. Sinto tanta falta daquele lugar, gostava tanto de poder ter lá ficado, era tudo muito bom... o ambiente, as pessoas, aquelas pestinhas! Era o lugar ideal e tinha tudo a ver comigo.

sábado, 31 de maio de 2014

segunda-feira, 3 de março de 2014

o desejo que não se cumpriu


                Não consigo retirar aquela imagem da minha cabeça, os olhos começaram a encher-se de lágrimas. “Hanna, o pai não está bem, o teu irmão vai levar-me ao hospital”… E como a sua voz parecia fraca devido às lágrimas, apesar de ainda faltar um pouco para o seu fim. O fim dele, o meu fim também. Como dói cá dentro, o coração aperta e as lágrimas teimam em aparecer. Quase todos os sítios me lembram dele, sinto a sua falta aqui em casa, embora passássemos a maior parte do tempo a discutir. Agora, dava tudo para poder tê-lo aqui, mesmo que fosse para discutir, as coisas estavam a recompor-se com o tempo.

O desejo que eu pedi na passagem de ano não se cumpriu, e pedi-o com lágrimas a escorrerem pelo meu rosto.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

perda


                Não, ele não melhorou. Esta semana tudo desmoronou e o céu ganhou mais uma estrela. Não havia mais nada que se pudesse fazer…

                Em 2013 consegui ter algo que valeu a pena, houve uma aproximação com o meu pai e parece que isso estava tudo destinado. Conseguimos partilhar bons momentos no verão, só que infelizmente não voltará a acontecer. A dor da perda é enorme, lembrarmo-nos das memórias dói e o coração aperta. A saudade será eterna.

sábado, 28 de dezembro de 2013

ciclo vicioso

                O coração aperta, a saudade sufoca. As palavras estão escassas enquanto o sentimento transborda. A cabeça já não pensa, o cérebro bloqueia, “sinto a tua falta” é o que se repete vezes sem conta. Preciso do seu aconchego, das suas palavras reconfortantes e do seu abraço que transmite segurança. E tudo se repete: “Sinto a tua falta”, o cérebro bloqueia, a saudade sufoca, as lágrimas transbordam pelo rosto macio e o coração aperta. É um ciclo vicioso até ele voltar, até as saudades morrerem e o meu corpo tomar a dose de abraços necessários.


(saudades do melhor amigo)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

não te vou esquecer nunca


                As palavras podem estar gastas, o sentimento pode ter diminuído mas o coração jamais deixará esquecer-te. Nem eu queria. Talvez já não seja amor, talvez seja apenas saudade. Uma saudade que se apodera de mim imensas vezes e que quando menos espero já me perdi em lembranças inúteis. Aposto que não tens saudades do que éramos, do que tivemos, aposto que não tens saudades minhas e de tudo o que te tentei dar.

« A verdade é essa: As pessoas vão embora, os bons momentos vão ter um fim. Mas as lembranças vão continuar, só para nos torturar mais um pouco. »


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

coração apertado


                Fechei os olhos e rapidamente o teu rosto surgiu na minha mente. Já era tão tarde e eu não fazia ideia do que poderias estar a fazer, talvez a dormir ou talvez não. A única coisa que eu sabia é que um enorme desejo se formava dentro do meu coração. O desejo de poder ter-te ali, na minha cama, com os teus braços em volta do meu corpo. Mas tudo o que eu tinha era um lençol amarrotado e um vazio enorme à minha volta. Grandes laços foram criados entre nós, laços tão grandes que eu sinto a tua falta a toda a hora, sinto a falta do aconchego do teu abraço.

(escrito numa madrugada)

sábado, 27 de julho de 2013

até setembro


                E às 4h e tal da manhã estava ele a ir-se embora, agora só o vejo em Setembro. O meu irmão é um chato mas a verdade é que vou ter saudades dele e dos sustos que me pregava a meio da noite.

terça-feira, 23 de julho de 2013

outro pensamento


                E quando não há ninguém por perto, ninguém que me distraia, ninguém com quem eu possa trocar mensagens, é de ti que eu me lembro. É de ti que eu me lembro mais uma vez, outro pensamento entre milhões. E a saudade vem para apertar mais um pouco o coração, vem para me sugar todas as lágrimas. Parece que a solidão começa a apoderar-se de mim e dói. Dói porque tu me deixaste como todos os outros.

                Já não sei em quê nem em quem acreditar, vivo um dia de cada vez mas é impossível não sentir esta solidão. Sabes o que falta? Faltas tu. Tu preenchias grande parte de mim.

Será que te lembras de mim?
Como serão esses pensamentos?

quinta-feira, 18 de julho de 2013

saudades tuas..


                Juntamente com o amor surgiu a saudade. Uma saudade nunca antes sentida por aquela pessoa, um vazio descomunal. Um coração tão vazio, uma fome de amor, sede de beijos, vontade de abraços, saudades dele. Saudades daquela voz que preenchia os meus dias, saudades da gargalhada alta que soltava sempre que eu dizia uma barbaridade. Já não é o abraço dele que me acalma o coração, já não é ele que me seca as lágrimas. Mentiria se dissesse que não sinto a sua falta. Mentiria se dissesse que já não o amo e que gostava que ele tivesse lutado por nós…


« Eu nem puxo mais assunto, mesmo que o teu silêncio me magoe. Prefiro assim, não corro o risco de ser ignorada. »