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domingo, 7 de setembro de 2014

podem chamar de lamechices se quiserem


         Eu e o namorado gostamos de colocar algumas coisas especiais na nossa relação, com valor, mesmo que aos olhos dos outros não tenham significado algum. Tentamos sempre partilhar ideias, aderir a algumas. Bem, como eu gosto de escrever sugeri no início de 2014 termos um caderno só nosso em que escreveríamos um para o outro. O caderno algumas vezes estaria comigo, eu escrevia, desenhava, fazia o que quisesse, depois dava-o a ele quando ele quisesse ou quando eu não quisesse escrever mais nada. Ele escrevia, desenhava... voltava para as minhas mãos. Sempre assim, nestas trocas. Isto é uma forma de nos mantermos mais próximos quando o tempo não nos permite estarmos juntos por algum motivo. O nosso caderno chama-se "Sweet Book" e já escrevemos mais de metade das páginas que ele contém.

sábado, 2 de novembro de 2013

Derreti.


                Há muito pouco tempo a minha professora de Português pediu que escrevêssemos um texto inspirado num dos poemas de Fernando Pessoa, o título para o nosso texto era “Quem sou eu?”. Quando ela entregou a avaliação desses mesmos textos disse-me que estava muito bom e que adorava a minha forma de escrever. Fiquei tão contente.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

relíquia


              Isto é uma relíquia! E eu amava ter uma. Amava poder escrever milhares de textos a partir de uma destas relíquias. Alguém tem ou gostaria de ter?

(agendado, assim que puder publicarei um novo texto escrito com o coração)

domingo, 14 de julho de 2013

tudo o que tenho


                E agora escrevo, escrevo como sempre escrevi. Escrevo porque escrever é tudo o que tenho e tudo o que sempre tive. Carrego em cada tecla, formando todas as frases certas que te deveria dizer. Surge tudo tão limpo no meu ecrã, mas por dentro de cada palavra está uma tempestade. E apenas eu a sinto, apenas eu vejo a obscuridade em todos os mais pequenos cantos de uma letra.